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O PAPEL DA ESCOLA NA DISSEMINAÇÃO CULTURAL

É fácil afirmar que a escola pode e deve ser um pólo irradiador de cultura. Agora, precisamos nos convencer que temos de fazer alguma coisa para que esta afi...


7 de junho, 2019 Educação
7 jun 2019 · Educação
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É fácil afirmar que a escola pode e deve ser um pólo irradiador de cultura. Agora, precisamos nos convencer que temos de fazer alguma coisa para que esta afirmação seja verdadeira. Precisamos contagiar os colegas que nos rodeiam e, especialmente, a direção da escola, a comunidade próxima e o poder público de seu município. Para isto, utilizaremos argumentos que estimulem o consumo por cultura. Com o acúmulo de experiências culturais, o aluno aprende a pensar, a se relacionar, a se expressar e, conseqüentemente, a melhorar o conjunto de atitudes que formam o desempenho escolar.


A escola, naturalmente, está repleta das condições que favorecem a difusão cultural: o conhecimento, a expressividade, a ambientação, a socialização, a própria filosofia educacional que agrega a cultura humana. Assim, dado o alcance que a educação assume na questão cultural em suas várias dimensões, surge a necessidade de refletir que todos os momentos da rotina diária da escola são importantes para incorporar a difusão cultural. Dedicar um espaço e um momento, que centralizem as decisões e as atividades, pode facilitar a difusão.


Este espaço ou momento é que podemos chamar de pólo irradiador da cultura, que vai abrigar as oficinas culturais e propiciar a abertura de espaço para estabelecer o marketing cultural. A cultura não deve ser centralizada em um único lugar na escola.  Em todos os seus cantos a cultura encontra-se espalhada, mas um lugar especial pode ser direcionado às atividades escolhidas e propostas pela comunidade escolar. Todo trabalho cultural deve ser incorporado por meio da expressividade dos alunos, da tendência cultural que a comunidade já possui.


As práticas culturais predominantes da comunidade são as melhores possibilidades de exploração das capacidades do aluno e de construção dos repertórios próprios. Mas é compreendendo o caráter lúdico e expressivo das manifestações culturais que se tem a melhor forma de iniciar e manter um espaço dedicado a estas propostas.

Este artigo pertence ao Curso Oficinas Culturais Pedagógicas

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  • Ilheo Fernando Dotti

    Bom

  • Beunilde Maria Santiago

    Adorei, porque cada curso que se faz são mais conhecimento adquiridos.

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